ISTOÉ DINHEIRO/GIRO/AFP

O papa Francisco rezou neste domingo (6) pelo “tão sofrido” Líbano, pela “Ucrânia martirizada” e por “todos os povos que sofrem no Oriente Médio”, no final de sua primeira visita ao Bahrein, um pequeno país muçulmano no Golfo.
O pontífice argentino também agradeceu às autoridades pela acolhida, durante um encontro com o clero católico na igreja do Sagrado Coração, na capital Manama.
O papa saudou os fiéis do Líbano presentes e dedicou uma oração a esse país “bem-amado”, “tão cansado e sofredor, e a todos os povos que sofrem no Oriente Médio”, como declarou Francisco em seu último discurso público no Bahrein, aludindo à grave crise econômica e social libanesa.
“E também não quero esquecer de rezar e pedir a vocês para que rezem pela Ucrânia martirizada, para que esta guerra termine”, acrescentou.
O papa também convidou os membros da Igreja a promover o diálogo “com irmãos de outras religiões e confissões” em uma “sociedade inter-religiosa e multicultural”.
– “Sentimento indescritível” –
“É um sentimento indescritível. Estávamos muito próximos do papa na igreja”, disse Oualid Naoufal, um fiel libanês, à AFP.
“Senti uma grande paz interior”, comentou, elogiando as “palavras tão intensas” do pontífice, especialmente aquelas relacionadas ao Líbano.
Após uma visita de quatro dias, o papa de 85 anos retornou a Roma neste domingo, onde deve chegar às 16h30 (12h30 de Brasília).
Durante o voo, dará a sua habitual coletiva de imprensa aos jornalistas que o acompanham nesta viagem.
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