Central de monitoramento de câmeras no Rio de Janeiro PMERJ/Divulgação
Dos quatro presos através do novo sistema de câmeras com reconhecimento facial no Rio de Janeiro, dois acabaram sendo liberados por irregularidades nas detenções.
Durante a audiência de custódia do argentino Silvio Gabriel Juarez, de 54 anos, nesta quinta-feira (4), a Justiça do Rio entendeu que a detenção foi ilegal, uma vez que já havia um alvará de soltura expedido após o mandado de prisão por roubo de um supermercado em 2016.
O argentino tinha sido preso na terça-feira (2) por agentes do Segurança Presente de Copacabana, que atenderam a um alerta emitido pelo novo sistema de reconhecimento facial.
No Brasil desde 2014, o homem tem cinco anotações criminais por furto, roubo e tráfico de drogas e foi preso pelo menos três vezes, sendo liberado dias depois em todas elas.
Em nota, a Superintendência do Segurança Presente informou que, durante a prisão, os policiais realizaram consultas ao banco nacional de procurados, do Conselho Nacional de Justiça, onde havia um mandado ativo expedido pela Justiça do Rio de Janeiro.
Na delegacia de Copacabana, para onde o argentino foi levado, foi realizada uma nova busca no sistema da Polícia Civil, onde também constava o pedido de prisão.