Segundo o treinador, a cobrança por resultados a curto prazo acaba sendo totalmente desproporcional. Desde a sua chegada, o Fluminense conquistou 21 pontos e deixou a zona de rebaixamento do Brasileiro.
“A pressão sobre o cargo é tão desproporcional, tão cruel que, se a gente não se cuidar, morre cedo. Ou tem alguma coisa que te deixa com sequelas para a vida toda. Eu tento treinar um pouco, pelo menos para não entupir as veias. Você sabe que o batimento na beirada do campo vai lá em cima com muita facilidade. Você tem muita coisa envolvida na função”, comentou, garantindo que consegue separar as coisas:
“Mas eu sou um sujeito que desligo bem quando não estou. Eu consigo manter uma condição de sono, que é fundamental. E já não preciso beber tanto para relaxar. Vinho, né?”, brincou.
A equipe do Fluminense terá alguns dias de folga, devido a parada para a Data Fifa, e só volta a campo no dia 15, diante do Juventude, em Caxias do Sul, pela Série A do Brasileirão. Em seguida, encara o Atlético, no Maracanã, no dia 18, pelas quartas de final da Copa Libertadores.
“Só posso ver com bons olhos a parada. Oportuniza que a gente continue melhorando. Temos que aproveitar o momento que é bom e cada vez mais oferecer uma equipe equilibrada em todos os momentos do jogo”, celebrou Mano.