Eduardo Cavaliere (PSD) se manifestou contra a decisão da Justiça, que perdoou a mãe de Henry Borel pelo assassinato do filho de 4 anos
Metrópoles/Lorena Pacheco

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere (PSD), anunciou que, apesar de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, ter tido a acusação de homicídio doloso desclassificada para culposo pela Justiça, a exoneração dela do quadro de professores do município está “integralmente mantida”.
Em publicação nas redes sociais, após o fim do julgamento do caso nessa quinta-feira (5/6), Cavaliere disse que a decisão do júri causa “certa perplexidade”, já que o assassinato do menino de apenas quatro anos teria acontecido na presença da mãe.
“Decisão judicial não se discute, se cumpre. Independentemente disso, quero informar que a decisão da Prefeitura do Rio de manter Monique Medeiros fora de seus quadros ESTÁ INTEGRALMENTE MANTIDA. Enquanto prefeito, pai e cidadão, farei de tudo para assegurar que as salas de aula sejam um ambiente não só de aprendizado, mas de proteção e respeito às nossas crianças. E não medirei esforços para garantir que esta ex-servidora jamais retorne aos quadros da Prefeitura”, afirmou.
O prefeito ainda disse que lembra do dia em que Monique foi afastada, em 24 de janeiro de 2023, e de quando ela acabou desligada e demitida da rede estadual de ensino, em março deste ano.
“Essa é a única decisão possível capaz de proteger a comunidade escolar do Rio de Janeiro e que preserva os direitos garantidos pela justiça a Monique. Que ela siga sua vida com um trabalho digno e honesto. Mas longe das salas de aula da rede municipal”, concluiu.
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