Carolina Dieckmmann internada com infecção renal avançada: entenda detalhes do diagnóstico da doença que levou atriz do filme ‘A Viagem’ ao hospital às pressas

Carolina Dieckmann revelou internação por infecção renal avançada. O que pode levar a esse quadro grave? Quais exames são solicitados?

Purepeople/Por: Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos

© Divulgação/TV Globo

 

Protagonista da versão para os cinemas da novela “A Viagem” (1975 e 1994), Carolina Dieckmmann revelou estar internada há quatro dias em decorrência de uma infecção no rim esquerdo. “Já estava avançada. Estou tendo que tomar antibiótico na veia“, disse a atriz, que por conta da internação não viajou para um lugar remoto.

Ainda sem previsão de alta, a mulher de Tiago Worcman, com quem completa 23 anos juntos nesta quarta-feira (3), não sabe quando terá alta médica. E também Carolina não detalhou a respeito do diagnóstico. Mas como se chega ao diagnóstico de infecção renal?

Para isso, o paciente passa pelos exames de urinálise e urocultura, onde são detectados os números de bactérias (e quais tipos), glóbulos vermelhos e glóbulos brancos. Em alguns casos, o exame de sangue é necessário, assim como os de imagem, ultrassonografia ou tomografia computadorizada helocoidal.

Nesse caso, quando a pessoa não responder a tratamento com antibiótico após 72 horas ou apresentar dor intensa nas costas. Também é solicitado quando os sintomas regressam após a conclusão do tratamento com antibióticos ou quando se apresenta peilonefrite frequente ou de duração elevada.

Infecção renal pode ser combatida com remoção de pedra nos rins

A nefrologista Renata Asnis Schuchmann explica que a presença de pedra nos rins é um fator, pois bloqueia a passagem da urina. “Quando há obstrução, o fluxo urinário fica comprometido e isso favorece a proliferação de bactérias. A partir daí, o quadro pode evoluir para uma infecção que exige intervenção imediata“, alerta a médica especialista.

Logo, algumas dores renais não podem ser tratadas como algo simples. E sinais indicam um estágio mais avançado da doença, caso de Carolina. “A dor intensa é característica, mas quando ela vem acompanhada de febre, calafrios, náuseas ou mal-estar, é fundamental procurar atendimento. Esses sintomas sugerem que já existe um processo infeccioso”, enumera Renata, alertando ainda para uma tentativa de solução caseira.

“Muitas pessoas acreditam que basta esperar a pedra sair, mas isso nem sempre acontece. Se houver obstrução prolongada, pode haver comprometimento da função renal e risco de infecção mais grave“, pontua a nefrologista, indicando a diferença entre os tipos de tratamentos.

“Alguns cálculos podem ser eliminados naturalmente com hidratação e medicação. Já em situações mais complexas, pode ser necessário realizar procedimentos para remover a pedra ou desobstruir o trato urinário”, explica.

Beber água e evitar sal em excesso: o melhor para evitar pedras nos rins

E o que se deve fazer para diminuir o risco de formação de pedra nos rins? “Beber água regularmente ajuda a diluir a urina e reduz a chance de formação de cristais. É uma medida simples, mas extremamente eficaz“, afirma. Por outro lado, o sal em excesso e a baixa ingestão de nutrientes contribuem para o surgimento das pedras.

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