Tony Ressler é CEO de gestora americana com mais de US$ 300 bilhões sob patrimônio e participação em grandes nomes do esporte, como Atlético de Madrid, Atlanta Hawks e McLaren
EXAME/Por Guilherme Guilherme

O bilionário russo Roman Abramovich, pressionado pela Premier League, segue em busca de um novo dono para o Chelsea. Mas a venda, segundo comunicado oficial do clube inglês, “não será acelerada” e “seguirá o devido processo”.
O russo quer £ 3 bilhões pelo Chelsea, o equivalente a R$ 18,6 bilhões. O valor pedido, segundo a mídia internacional, tem sido um empecilho. Isso porque investidores veem potencial de retorno limitado, dado que há pouco espaço para o clube, um gigante do futebol mundial, crescer.
A situação é bem diferente das oportunidades oferecidas por equipes brasileiras, como Cruzeiro e Botafogo, que foram vendidos com o intuito de serem reestruturados para valerem mais.
Foi isso que Abramovich fez em 2003, quando comprou o time londrino por cerca de £ 150 milhões, quase 50 anos após sua última e (até então) única conquista do campeonato inglês. Desde então, o Chelsea ganhou mais 5 ligas nacionais e duas Champions League, considerado o principal campeonato para os times europeus.
Apesar dos desafios de lucrar com um ativo já valorizado, o Chelsea tem chamado a atenção de grandes investidores. A compra, segundo o jornal inglês Financial Times, terá o apoio da Ares Management. A gestora americana de private equity, com mais de US$ 300 bilhões de patrimônio, tem negócios em diferentes áreas, mas tem focado cada vez mais no mundo dos esportes.
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