Medidas são estruturadas em três eixos — fortalecimento do setor produtivo, proteção ao emprego e diplomacia comercial

O plano, estruturado em três eixos — fortalecimento do setor produtivo, proteção ao emprego e diplomacia comercial —, inclui medidas como:
- Linha de crédito de R$ 30 bilhões no Fundo Garantidor de Exportações (FGE);
- Prorrogação do Regime de Drawback;
- Diferimento de tributos federais;
- Programa de compras públicas de alimentos.
Em nota, a CNC reconheceu que as ações podem mitigar os efeitos imediatos da queda nas exportações, mas alerta que, diante da fragilidade das contas públicas, as medidas devem ser vistas como paliativas.
“A CNC entende que a solução definitiva para reduzir os riscos nos fluxos de comércio exterior de médio e longo prazos passa necessariamente pela diversificação de mercados, pelo fortalecimento e ampliação dos acordos comerciais e pela intensificação da diplomacia comercial”, diz o texto.
Segundo a confederação, é importante conter o aumento dos custos de produção, a pressão sobre os preços ao consumidor, a alta dos juros e a retração da atividade econômica.
“É igualmente essencial adotar medidas para conter a elevação dos custos de produção, o aumento dos preços ao consumidor, a alta dos juros e a queda no nível geral das atividades econômicas”, diz o documento.
A CNC reafirmou seu compromisso com o diálogo institucional, colocando-se à disposição do governo e do Congresso para buscar soluções que equilibrem viabilidade econômica, justiça social e sustentabilidade. O objetivo, segundo a entidade, é preservar empregos e assegurar um crescimento sólido e duradouro para o Brasil.
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