Money Times/Por: Matheus Caselato

O comitê interno da Petrobras pediu a rejeição de dois nomes indicados pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para compor o conselho de administração da estatal. A decisão se os indicados serão aceitos ou não será tomada na assembleia de acionistas prevista para o final de agosto.
O grupo responsável por analisar indicações a cargos de gestão na estatal entendeu que os indicados geram risco de conflito de interesses entre a Petrobras e o acionista controlador.
Jhonatas Assunção é homem de confiança do ministro Ciro Nogueira, da Casa Civil, e Ricardo Soriano é procurador-geral da Fazenda Nacional. Seus nomes foram questionados por acionistas minoritários e sindicatos ligados à Petrobras.
Todos os outros seis nomes foram aprovados. Marcio Weber e Ruy Flacks Schneider já são parte do conselho da companhia. Os outros são Paes de Andrade, Ieda Cagni, Edison Garcia e Gileno Gurjão Barreto, indicado para presidir o conselho.
Os três últimos são ocupantes de cargos da administração pública, o que também é alvo de questionamentos. A aprovação dos nomes teve ressalvas de que não atuem em operações relacionadas à estatal.
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