Em encontro no Rio deputado afirma que PCC e CV são organizações terroristas e responsáveis pelo estado de segregação imposto

Por: Ascom

Deputado Julio Lopes – (PP) – Divulgação

 

Durante o 1º Simpósio de Roubos de Cargas / Organização Criminosa Prevenção e Repressão, realizado pelo Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística do Rio de Janeiro (SINDICARGA), no auditório do Palácio da Democracia no Tribunal Regional Eleitoral(TRE), no Rio de Janeiro, o presidente da Frente Parlamentar Intelectual e Combate a Pirataria, deputado Julio Lopes (PP), disse que vem se posicionando fortemente no Congresso contra a fala do Secretário Nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubo, que não classifica as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC)!e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, demonstrado total falta de sensibilidade do secretário com a violência que assola o estado do Rio de Janeiro, assim como outros estados da federação. Na oportunidade o parlamentar propôs ainda, que o Tribunal de Justiça e Ministério Público do Rio de Janeiro contrapusesse em conjunto a posição do secretário, já que em seu entender o terror está instalado no Rio de Janeiro.
– O nível de segregação territorial imposto pela força e armas, se constitui num crime de terrorismo em razão desses assumirem as funções de estado nas aéreas dominadas, aonde os serviços públicos concedidos são absorvidos e controlados; assim como a limitação de livre trânsito impedindo a liberdade de ir e vir e a instalação de tribunais do crime. A segregação no estado é, em minha opinião, e acredito na opinião de todos os presentes, um crime de terror.
Dizer que o PCC e o CV não são organizações terroristas e de não terem uma ideologia não condiz com o que vem ocorrendo pelo país, principalmente no Rio de Janeiro e São Paulo. Está mais do que claro que esses grupos tem a ideologia de dominação de território e de capital financeiro; inclusive é de conhecimento do secretário que no Rio de Janeiro milhares de quilômetros do estado estão sob o domínio do tráfico e das milícias, com a proliferação de barricadas e fossos inundados de óleo diesel que são incendiados para impedir o avanço das forças policiais, isso em minha opinião é mais do que terrorismo – disse.
Julio lembrou também que outra forma de terrorismo promovida por essas organizações criminosas, é o fato de traficantes como os do Complexo de Israel, em Cordovil, na Zona Norte da cidade, dispararem em direção aos veículos e população civil indefesa que trafegam na Av. Brasil e principais vias da cidade, para proteger seus membros e impedir a investida das polícias civil e militar, fazendo feridos e vítimas fatais.

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