Conjunto de fatores justifica desempenho ruim coletivo na temporada
Lance/PAULA MATTOS (@_mattosp)

1 – Mudanças de Sampaoli
As alterações frequentes de Jorge Sampaoli explicam um pouco a queda de desempenho do Flamengo. Em 33 jogos, foram 33 escalações diferentes. Nesse cenário, o fator contribui diretamente para uma maior demora em adaptação, consistência e entrosamento do time.
2 – Apego a convicções
Ainda em relação à postura do treinador, o apego de Jorge Sampaoli a convicções que já mostraram não dar certo corroboram com as críticas. Além do jogo posicional, contrário ao DNA do Flamengo, o argentino não se curva à ideia de se adaptar aos jogadores que possui e faz questão de afirmar que os atletas precisam entrar no estilo que ele propõe ao time.
3 – Carências no elenco
O Flamengo é considerado um dos melhores elencos da América do Sul, mas a verdade é que o plantel, como um todo, tem muitas carências. Desde 2019, o Rubro-Negro não tem um reserva para Arrascaeta e vive numa eterna ‘dependência’ do desempenho do camisa 14. A necessidade por um volante e as ausências de opções para as laterais enfraquecem o time, e a escassez em determinadas posições impacta diretamente o rendimento – principalmente quando considerado o momento ruim geral da equipe.
4 – Jogadores em má fase
A má fase dos jogadores também está impactando diretamente no desempenho ruim do Flamengo. Nomes que antes tinham um enorme poder de decisão, como Gabigol, Pedro e Everton Ribeiro, não vivem o melhor momento, fatores que intensificam, inclusive, o tópico anterior: as carências. Arrascaeta também não iniciou a temporada bem, mas retomou a boa fase.
5 – Ambiente conturbado
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