Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como Faraó dos Bitcoins, afirma que o prejuízo aos investidores é culpa da Polícia Federal.
Money Times/Por: Juliana Américo

Em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga esquemas de pirâmides financeiras, Glaidson disse que tem recursos para pagar as pessoas, mas que foram bloqueados pela PF. “Nós temos o recurso para pagar as pessoas e nós iremos pagar as pessoas”, afirmou.
Ele afirma que além dos R$ 200 milhões apreendidos pela PF, tem dinheiro em outras plataformas, mas a senha é criptografada e a Polícia Federal não tem acesso.
“Há recurso que estão livres e desimpedidos, só que a PF não tem a senha. Eu tenho a senha. Não passo porque eu voltar com a minha empresa”, disse em depoimento.
Glaidson está preso desde 2021, acusado de montar uma pirâmide financeira disfarçada de investimento em bitcoins por meio da empresa GAS Consultoria & Tecnologia.
O esquema movimentou cerca de R$ 38 bilhões, sendo que o prejuízo calculado é de R$ 9,3 bilhões. Pelo menos 127 mil investidores estão cadastrados para tentar recuperar o dinheiro.
As investigações da Polícia Federal apontam que ele captava recursos com a promessa de ganhos financeiros de 10% ao mês a partir de investimentos de R$ 100 mil.
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