O camisa 20 rubro-negro teve atuação discreta na partida contra o Vitória, no Barradão

“O Paquetá, quando trouxemos, sempre pensamos para ele jogar na meia. Quando veio, tínhamos seis volantes. O Allan saiu. Não precisávamos de volante, pensamos nele como meia. É a posição como jogou em todas posições no West Ham. A diferença é que, às vezes, precisará marcar como um extremo”, iniciou, antes de seguir sobre o duelo com o Vitória:
“Hoje pensei nele marcando alto, não conseguimos encaixar a pressão na perda da posse e ele sofreu mais do que esperava, e tocou menos na bola do que eu queria. Mas é uma evolução constante, é um jogador com qualidade tremenda e tenho certeza que voltará ao seu nível”, concluiu.
“Ele não joga de ponta, joga de meia comigo. Marca como um ponta, mas joga na mesma função que jogava no West Ham, é um interior, um meia no 4-3-3. Hoje, tínhamos o Royal como ala. Não precisávamos de volantes, precisávamos de meia, ele veio como meia”, complementou sobre como deve jogar o camisa 20 em sua equipe.
Com gols de Erick Pulgar e Everton Cebolinha na etapa inicial, o Rubro-Negro garantiu a primeira vitória no Brasileirão em Salvador, chegando aos quatro pontos em três rodadas.
Titular pela terceira vez com Filipe Luís, Lucas Paquetá foi substituído aos 11 minutos do segundo tempo, logo após Matheuzinho marcar o gol do Vitória e descontar o placar.
Contratado por mais de R$ 250 milhões junto ao West Ham, da Inglaterra, Lucas Paquetá foi o principal reforço do Flamengo em 2026. Somando as duas passagens – o meia foi formado e atuou pelo clube entre 2016 e 2018 -, chegou aos 100 jogos nesta terça (10).
O Flamengo volta a campo neste domingo (15): enfrenta o Botafogo, no Maracanã, pelas quartas de final do Campeonato Carioca. Na quarta (18), o desafio é contra o Lanús, da Argentina, no jogo de ida da Recopa Sul-Americana. A volta, no Maracanã, será no dia 25.
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