Fernando Diniz não é mais o técnico da equipe, enquanto jogadores que foram fundamentais estão em baixa no elenco
Itatiaia Esporte / Guilherme Abrahão

Marcelo Goncalves/Fluminense
Nesta segunda-feira (4), o Fluminense comemora um ano da conquista da Copa Libertadores de 2023. Da vitória por 2 a 1 sobre o Boca Juniors- ARG, no Maracanã, que deu o inédito título para a equipe carioca, muita coisa mudou.
A começar pela saída de nomes titulares como André. O volante foi um dos destaques da equipe e deixou o Flu no meio da temporada para reforçar o Wolverhampton-ING. Naquela época, o antigo camisa 7 teve propostas negadas para seguir na busca pelo título.
Rei da América na temporada passada e artilheiro da competição, Germán Cano vive sua pior temporada no futebol brasileiro. Se no ano passado foram 40 gols marcados, nesta temporada apenas seis. O camisa 14 amarga o banco de reservas.
John Kennedy, autor do gol do título, nem de longe é o talismã que era em 2023. Na temporada, ele sofreu com punição por indisciplina e só esteve em campo em 32 jogos com três gols.
No banco de reservas, Mano Menezes é o atual treinador e Fernando Diniz foi demitido em junho. Marcelo rescindiu com o Fluminense no último sábado (2), depois de problemas com o novo técnico.
Os únicos que ainda vivem grande fase são Paulo Henrique Ganso e Jhon Arias. A dupla é responsável pela maior parte dos gols do Fluminense em 2024. Felipe Melo, por exemplo, é a sexta opção para a defesa.
De fundamental importância, chegou o zagueiro Thiago Silva, o volante Facundo Bernal e a ascensão do jovem da base Kauã Elias.
Com 37 pontos na Série A do Campeonato Brasileiro, o Flu luta contra o rebaixamento e só faturou a Recopa Sul-Americana em 2024. Faltam seis rodadas para a equipe evitar o vexame de jogar a Série B no ano que vem.
Na próxima rodada, o adversário é o Internacional, no Beira-Rio, em Porto Alegre, às 19h (de Brasília).
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