Fogo e fumaça saem de prédio bombardeado por Israel em Gaza Crédito: REUTERS/Ashraf Amra

Israel tenta contabilizar número exato de reféns capturados pelo Hamas, diz porta-voz das Forças de Defesa do país à CNN

O tenente-coronel Richard Hecht afirmou que os militares atacarão “severamente dentro da Faixa de Gaza” em resposta à incursão do Hamas no sábado (7)
Niamh Kennedy, da CNN
Fogo e fumaça saem de prédio bombardeado por Israel em Gaza
Crédito: REUTERS/Ashraf Amra

As Forças de Defesa de Israel (FDI) estão tentando contabilizar o número exato de reféns levados para Gaza, com o porta-voz internacional dos militares enfatizando a natureza “complicada” da situação à CNN neste domingo (8).

O tenente-coronel Richard Hecht afirmou que as FDI entendem que “dezenas” de reféns foram levados para Gaza.

“Como a vida aqui é muito sagrada, estamos nos certificando de que entendemos os números com exatidão”, acrescentou Hecht.

As FDI atacarão “severamente dentro da Faixa de Gaza” em resposta à incursão do Hamas no sábado (7), disse Hecht.

O tenente-coronel declarou que os militares esvaziarão as comunidades israelenses ao redor de Gaza e “farão tudo o que puderem para minimizar os danos colaterais e expulsar as pessoas que não estão envolvidas”.

Hecht destacou à CNN que o objetivo principal das FDI é “estabilizar a defesa, proteger a fronteira” e “cuidar das comunidades”.

“Nossos objetivos provavelmente serão decididos hoje, amanhã pelo governo, mas fazendo isso de forma composta.”

Hecht informou que as FDI estão prontas caso a violência em Gaza se espalhe para a Cisjordânia ou para a fronteira norte de Israel com o Líbano.

Israel atacou uma área no Líbano neste domingo, após o que as FDI descreveram em um comunicado como um “tiroteio” ​​do país contra Israel.

O grupo militante libanês Hezbollah posteriormente emitiu um comunicado reivindicando a responsabilidade por atacar três locais israelenses em uma área conhecida como Fazendas Shebaa usando mísseis e artilharia.

O Líbano e Israel são considerados Estados inimigos, mas uma trégua entre os dois tem-se mantido em grande parte desde o conflito entre eles, em 2006.

Hecht expressou a sua esperança de que o Hezbollah não se junte ao Hamas em armas, sublinhando que fazê-lo seria um “erro colossal”.

“É cedo, estamos no começo, no começo disso. É difícil dizer. Quero dizer, estamos prontos para a convergência de arenas. Estamos prontos para isso”, completou Hecht.

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