A ativista Luiza Brunet participará da caminhada do Grupo Mulheres do Brasil contra a violência de gênero domingo no Aterro (.Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
“Mulheres do Brasil” promovem caminhada contra violência à mulher
02/12/202187 Visuzalicações
Luiza Brunet, entidades de classes e ONGs participam de caminhada em 40 cidades do Brasil e exterior pelo fim da violência contra a mulher
A ativista Luiza Brunet participará da caminhada do Grupo Mulheres do Brasil contra a violência de gênero domingo no Aterro (.Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
O Grupo Mulheres do Brasil, por meio do seu Comitê de Combate à Violência contra a Mulher, convoca toda a sociedade a se unir por uma causa que impacta toda sociedade: o fim da violência contra mulheres e meninas. No domingo, dia 5 de dezembro, a partir das 9h, o grupo irá realizar a “4ª Caminhada pelo Fim da Violência contra as Mulheres”. O objetivo é reunir milhares de pessoas vestidas de laranja, a cor dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Haverá caminhadas em 40 cidades do Brasil e do exterior No Rio, o ato sairá do Aterro do Flamengo, em frente ao número 200.
Luciara Amil é presidente da Procuradoria da Mulher das regiões Norte e Noroeste do Rio de Janeiro e única mulher a presidir uma Câmara de Vereadores. a de Bom Jesus do Itabapoana (divulgação)
Luciara Amil, presidente da Procuradoria da Mulher das regiões Norte e Noroeste do estado e única mulher a presidir uma Câmara de Vereadores – de Bom Jesus do Itabapoana – dos 22 municípios da região, é enfática. “É mais do que um movimento é uma ação. Enquanto tivermos que levantar o tema será fundamental toda e qualquer ação para manter este tema nossa pauta”, destaca.
Segundo Luiza Helena Trajano, presidente do Grupo Mulheres do Brasil, será uma grande mobilização que colocará nas ruas a voz de todas as pessoas, pedindo um basta aos índices inaceitáveis da violência contra as mulheres. “Durante a pandemia, a violência contra as mulheres cresceu 20% nas cidades brasileiras, não podemos assistir a isso passivamente. Temos que mudar essa realidade urgente, é a união de toda a sociedade por uma causa global”, pontua a executiva.
“É um tema que tem que estar sempre latente. Todos os dias”, enfatiza a ativista internacional antiviolência de gênero, Luiza Brunet, que na segunda-feira embarca para Flórida e Nova York para atuar em projetos voltados contra violência sobre a mulher. “Onde eu puder dar voz, estarei lá”, afirma.