Marwan Sawwaf/ Alef Multimídia/ Oxfam - 17/10/2023
Bombeiros, juntamente com o pessoal da defesa civil e médicos na cidade de Gaza e outros membros da comunidade unem forças para limpar os escombros de uma casa atingida pelas forças israelitas na área de Al Remal
Número de mortos na Faixa de Gaza sobe para mais de 7,3 mil
27/10/202340 Visuzalicações
Quase 19 mil pessoas estão feridas na região, que segue sendo atacada por Israel
Portal IG / Por: Ana
Marwan Sawwaf/ Alef Multimídia/ Oxfam – 17/10/2023 Bombeiros, juntamente com o pessoal da defesa civil e médicos na cidade de Gaza e outros membros da comunidade unem forças para limpar os escombros de uma casa atingida pelas forças israelitas na área de Al Remal
Passou de 7,3 mil o número de mortos na Faixa de Gaza desde o início da atual guerra entre Israel e o grupo fundamentalista Hamas, que controla o enclave palestino.
Segundo balanço divulgado nesta sexta-feira (27) pelo Ministério da Saúde local, os bombardeios israelenses já fizeram 7.326 vítimas, incluindo 3.038 menores de idade, desde 7 de outubro, enquanto outras 18.967 pessoas ficaram feridas.
A guerra foi deflagrada após ataques sem precedentes cometidos pelo Hamas em Israel, que deixaram cerca de 1,4 mil mortos, dos quais mais de 200 ainda não foram identificados.
As autoridades israelenses afirmam que mais de 800 vítimas eram civis, incluindo mulheres, crianças e idosos. O grupo fundamentalista também mantém 229 reféns, de acordo com as Forças de Defesa de Israel (IDF).
A operação mirou alvos do Hamas no enclave e não resultou em perdas para Israel. Segundo as Forças Armadas, a incursão também serviu de preparativo para “as próximas fases” do conflito, em referência a uma possível invasão por terra em larga escala.
“Shejaiya é uma das principais fortalezas do terrorismo do Hamas”, disse o porta-voz militar Daniel Hagari, acrescentando que a operação serviu para “matar terroristas, remover explosivos e eliminar postos de lançamento de mísseis contra o território israelense”.