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Ompetro quer que Governador vete Lei que prejudica setor petróleo

Prefeito Wladimir Garotinho, na condição de presidente da Ompetro pede ao Governador para vetar Lei que prejudicará empregos no setor petróleo na Bacia de Campos

Foto: Divulgação – SUBCOM – RJ
O Prefeito Wladimir Garotinho, na condição de presidente da Ompetro está no Rio de Janeiro para, junto com outros prefeitos da zona principal de produção de petróleo da Bacia de Campos pedir o veto da Lei 5.190/21 ao Governador Cláudio Castro porque a lei cria nova tributação para empresas do petróleo e isso pode provocar fuga das petrolíferas da Bacia de Campos e, junto, os empregos
O Prefeito de Campos dos Goytacazes, Wladimir Garotinho, na condição de Presidente da Ompetro (Organização dos Municípios Produtores de Petróleo) está na cidade do Rio de Janeiro com prefeitos dos municípios da região produtora de petróleo da Bacia de Campos para solicitar ao Governador Cláudio Castro que vete a Lei Estadual 5.190/21 que estabelece nova tributação para empresas petrolíferas que atuam na região. Wladimir destaca que a lei não é boa porque certamente vai gerar desinvestindo na Bacia de Campos com a fuga de empresas já instaladas e empresas que estão em vias de iniciar a produção de petróleo. A preocupação de Wladimr Garotinho é com a perda de postos de trabalho em Campos e região.
“Como prefeito de campos e presidente da OMPETRO vou pra cima desse veto. O governador precisa nos ouvir e atender os municípios produtores de petróleo, principalmente os do Norte do estado. Essa lei gera insegurança jurídica e desinvestimento na Bacia de Campos. Um absurdo ter sido aprovada sem consultar os prefeitos”, desabafa Wladimir Garotinho que conta com a sensibilidade do Governador Cláudio Castro para vetar a lei que vai contra as politicas públicas do próprio Estado no fomento à retomada do desenvolvimento econômico.
 Wladimir Garotinho destaca que o pleito da Ompetro tem apoio de instituições do setor  produtivo como a Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro; Cidennf (Consórcio Público Intermunicipal de Desenvolvimento do Norte e Noroeste Fluminense); Rede Petró-Bacia de Campos;  Abpib (Associação Brasileira de Indústrias Independentes de Petróleo); Abespetro (Associação Brasileira das Empresas de Serviços do Petróleo);  IBP (Instituto Brasileiro do Petróleo) e inclusive de empresas que atuam na Bacia de Campos, como a própria Petrobrás; Petro Rio; 3R Petroleum, dentre outras.

 

 

 

Por: Jualmir Delfino
SUPCOM – PMCG
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