Para minimizar crimes, ferros-velhos do RJ terão que etiquetar peças à venda

Segundo o Detran, 27 empresas que possuem registro, desde junho, estão sendo treinados a usar o sistema de rastreamento dos itens

Aline da Mata, colaboração para a CNN, No Rio de Janeiro

Fiscalização do Detran RJ em um ferro-velho em Bangu, na zona oeste da capital • Detran-RJ/Divulgação

 

Empresas de desmontagem de veículos credenciadas pelo Detran-RJ terão que usar etiquetas em todas as peças que põem à venda. A regra foi determinada para rastrear a procedência do material vendido e evitar a comercialização de produtos ilegais.

A medida entrou em vigor no último domingo (1). Os donos dos estabelecimentos credenciados terão 90 dias de prazo para a etiquetar todo o material com origem lícita comprovada em seus estoques.

Segundo o Detran, 27 empresas que possuem registro, desde junho, estão sendo treinados a usar o sistema de rastreamento de peças usadas e de sucatas. Além desses, 120 ferros-velhos estão concluindo o processo de credenciamento e outros 200 já manifestaram interesse em trabalhar dentro da legalidade.

Segundo o departamento, em agosto de 2023, o Governo do Estado pôs em operação, no site do Detran, o sistema Desmonte-RJ para facilitar o credenciamento das empresas. No site, os representantes dos estabelecimentos podem encontrar um formulário de pré-cadastro, que deve ser preenchido e enviado ao Detran.

O credenciamento só acontece depois que o Detran-RJ faz uma vistoria nos ferros-velhos para verificar o cumprimento de exigências legais. Após ser considerada apta, a empresa terá de registrar no Desmonte-RJ cada peça que for comercializar.

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