Dois líderes protagonizaram uma áspera confrontação verbal ao longo do ano passado, até que concordaram em aparar as arestas em uma conversa telefônica de mais de uma hora, na quarta-feira (7)
Por: Jovem Pan/Com informação da AFP

Trump ressuscitou expressões como “o quintal dos EUA” para se referir à América Latina e ao Caribe, e o deslocamento naval no Caribe, assim como os ataques a supostas lanchas do narcotráfico, aumentaram a tensão entre os dois países. Em 48 horas, Petro passou de ser um mandatário que deveria “cuidar do próprio traseiro”, na expressão recente usada por Trump, a propor medidas militares conjuntas e a mediar com a Venezuela para reduzir a tensão.
Washington e Bogotá estudariam “ações conjuntas” para combater a guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN), após a ligação telefônica, segundo revelou o ministro do Interior, Armando Benedetti. A captura americana do agora deposto líder venezuelano Nicolás Maduro foi recebida com alarme por Petro. O presidente colombiano pediu nesta mesma sexta-feira à presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, que combatam “juntos” o narcotráfico.
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