Petroleiros apresentam a Lula propostas para reconstrução da Petrobrás
11/10/202186 Visuzalicações
Foto – Ricardo Stuckert
O coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, participou na última semana de encontro com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, junto com outras lideranças sindicais que representam trabalhadores do setor público e de empresas estatais. O encontro reuniu servidores públicos que lutam contra a PEC 32, em mais um ato de repúdio à reforma administrativa que o governo Bolsonaro tenta impor goela abaixo da população, um ataque ao Estado brasileiro que traz em seu bojo propostas absurdas, como o fim do concurso público, desmontando ainda mais as políticas sociais que já estão sob ataque diário, como a educação e a saúde.
Junto com os servidores, participaram do encontro com Lula categorias de empresas estatais que estão sendo privatizadas ou sob ameaça de privatização, como os petroleiros e trabalhadores do setor elétrico, dos Correios, dos bancos públicos, da Dataprev, da Casa da Moeda e de outras empresas federais.
Ao falar no evento, o coordenador da FUP enfatizou que os petroleiros, assim como toda a classe trabalhadora, acreditam que Lula possa, mais uma vez, “resgatar o país da miséria, da fome, da tristeza e trazer esperança para o povo brasileiro”. Deyvid Bacelar se solidarizou com a luta dos servidores públicos para derrotar a PEC 32 e chamou a atenção para uma preocupação: “A PEC proíbe o Estado brasileiro de promover políticas públicas na área econômica, sob a alegação de que quebra a ‘livre concorrência’, como diz o mercado”.
Ele lembrou que o presidente Lula implementou em seus governos políticas públicas na área econômica a partir das empresas estatais, “como a Petrobrás, através de milhões de empregos gerados; a Eletrobras, a partir do Programa Luz Para Todos; a partir das empresas públicas de saneamento básico, levando água potável para todos; a partir dos Correios, com serviços postais a preços baixos para a população; a partir dos portos nas mãos do Estado brasileiro, promovendo o comércio aqui dentro do país”.