Cavalcante tinha assessorava Arthur Lira quandom atual presidente da Câmara era líder do PP na Casa/Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Polícia Federal prende ex-assessor de Arthur Lira, presidente da Câmara

Luciano Ferreira Cavalcante é acusado de participar de esquema de lavagem de dinheiro em Alagoas por meio de compra de equipamentos de robótica em licitação

Jovem Pan/Brasilia
Cavalcante tinha assessorava Arthur Lira quandom atual presidente da Câmara era líder do PP na Casa/Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Polícia Federal prendeu, nesta quinta-feira, 1, Luciano Ferreira Cavalcante, servidor da Câmara dos Deputados e ex-assessor do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), acusado de participar de esquema de lavagem de dinheiro em Alagoas por meio de compra de equipamentos de robótica em licitação. Os mandados são cumpridos em outros três Estados e no Distrito Federal em busca do grupo suspeito de desviar R$ 8 milhões. Cavalcante, atualmente nomeado na Câmara dos Deputados, era assessor da liderança do PP na Casa na época em que o cargo era exercido por Lira (PP-AL). A Operação Hefesto é realizada em busca de provas contra desvios de contratos para a compra de kits de robótica com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

De acordo com informações da Polícia Federal, os agentes estão cumprindo 26 mandados de busca e dois de prisão temporária expedidos pela Justiça Federal de Alagoas, onde poderão ocorrer novas prisões de aliados de Lira. As fraudes teriam ocorrido entre 2019 e 2022, durante a realização de processos licitatórios, adesões a Atas de Registro de Preços e celebração de contratos para fornecimento de robótica para 43 municípios alagoanos, cujos recursos aplicados ou previstos seriam de natureza federal, oriundos do FNDE. Segundo a Controladoria Geral da União (CGU), as fraudes e superfaturamento geraram prejuízo ao erário de R$ 8,1 milhões e sobrepreço, com prejuízos potenciais de R$ 19,8 milhões, em relação às despesas até então analisadas.

Mais de 110 policiais federais e 13 servidores da CGU cumprem os mandados de busca e apreensão, sendo 16 em Maceió (AL), oito em Brasília (DF), um em Gravatá (PE), um em São Carlos (SP) e um em Goiânia (GO). Dois mandados prisão temporária são esperados para Brasília, todos expedidos pela 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Alagoas.

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