Senador busca apoios da oposição para se reeleger e fala em pacificação
CNN Brasil/Isabel Mega

Na caminhada para se reeleger, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tem discutido a possibilidade de anistia ou até um indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A sinalização seria uma maneira de atrair os parlamentares da direita para esvaziar a candidatura de Rogério Marinho (PL), que é líder da oposição, foi coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e almeja disputar a presidência da casa.
Alcolumbre mira um discurso de pacificação e a interlocutores tem dito que é preciso virar a página de escaladas de crises, diante de uma tensão permanente em torno de Bolsonaro, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do STF (Supremo Tribunal Federal).
O senador tem feito conversas e encontrado apoio de outros parlamentares sob o argumento de que é preciso encontrar caminhos para o país seguir em frente.
No entorno de Alcolumbre, no entanto, não se fala em articulação fechada por uma anistia a Bolsonaro.
Em um cenário de vitória de Flávio Bolsonaro, a bancada do Partido Liberal já trabalhava com a ideia e avalia o timing mais adequado.
Como as conversas são incluídas em uma discussão ampliada sobre a eleição para o comando da Câmara dos Deputados e do Senado, integrantes do bolsonarismo avaliavam a possibilidade para depois de fevereiro de 2027.
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