Cruzmaltino já teve seis expulsões na temporada e advertência recebida por João Vitor foi crucial na derrota para o Olimpia-PAR

Paralelamente a esse contexto, a chegada de Renato Gaúcho ao comando técnico parece ter intensificado a frequência das punições severas. Das oito expulsões que o Vasco sofreu ao longo do ano, os árbitros aplicaram seis sob a gestão do novo treinador.
Essa tendência negativa começou a desenhar prejuízos reais no Campeonato Brasileiro, como no dia em que Barros deixou o gramado quando o time vencia o Cruzeiro por 2 a 1, fator que permitiu a reação do adversário e decretou o empate em 3 a 3.
Logo em seguida, o drama se repetiu no cenário internacional contra o Audax Italiano, quando JP recebeu o vermelho ainda na etapa inicial com o placar zerado. Posteriormente, os juízes mandaram Cuesta para o chuveiro mais cedo no segundo tempo, no momento em que o jogo registrava 1 a 1, culminando na derrota vascaína por 2 a 1.
Outros cartões na temporada
Thiago Mendes foi expulso nos minutos finais do empate por 2 a 2 contra o Paysandu, enquanto Cuesta repetiu o erro diante do Internacional, deixando o campo quando a equipe já perdia por 4 a 1. Por fim, o episódio mais recente envolveu João Vitor Silva contra o Olimpia, permitindo que os paraguaios aproveitassem a superioridade numérica para fechar o placar em 3 a 1.
Apesar do acúmulo de cartões e dos prejuízos técnicos evidentes, o treinador assegura que mantém um diálogo constante com o elenco a respeito do controle emocional e do perigo das advertências. Inclusive, logo após o embate contra o Audax Italiano pela Sul-Americana, ocasião em que o Cruz-Maltino teve dois atletas expulsos.
“Converso bastante com os jogadores, até em termos de cartão amarelo, para tomarem bastante cuidado para não levarem, imagine o vermelho”, comentou o técnico Renato Gaúcho.
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