Presidente da Frente Parlamentar de Atividades Nucleares questiona STF sobre acordo entre a Eletrobras e a União.

Por: Ascom

Deputado Julio Lopes (PP)/Divulgação

 

Para entender melhor o acordo firmado entre a Eletrobras e o governo, o presidente da Frente Parlamentar Mista de Tecnologia e Atividades Nucleares deputado Julio Lopes (PP) irá oficiar a Eletrobras e a União, onde solicita esclarecimentos sobre os impactos que serão gerados com o encerramento da ação no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o poder de voto do governo na companhia elétrica e o término das obras Angra III. Ele questiona também se o custo de Angra III irá impactar Angra I e II, e se o Plano de Manutenção e Suprimento Operacional (PMSO) precisa ser adequado.

– É fundamental que se defina o contrato de manutenção para evitar a perda de suas garantias. Sem dúvida nenhuma que houve um avanço, já que o governo estava sub-representado com apenas 01 conselheiro em 10, e agora esse número passa para 3 conselheiros em 10, o que melhorou bastante a posição de representatividade do governo; e quero crer que isso ainda vai avançar com a possibilidade de uma indenização bastante representativa pelos 35% que a Eletrobras tem no projeto nuclear brasileiro – disse.

O parlamentar destacou ainda que a Frente Parlamentar Mista de Tecnologia e Atividades Nucleares, não está satisfeita com as respostas que foram dadas até agora, pois a importância da desvinculação das despesas e Angra III, das de Angra I e II é necessária para que se saiba o exato resultado da performance de Angra I e Angra II.
– Mas fica a dúvida:de onde virão os recursos das obras de Angra III, bem como as despesas pertinentes da obra e de todo o processo que custa cerca de R$ 1 bilhão por ano? – indagou.

 

 

 

 

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